Com exceção do embaixador da Colômbia na Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Alfonso Hoyos, autoridades do país reagiram com cautela ao rompimento de relações diplomáticas anunciado nesta quinta-feira pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez . O presidente eleito, Juan Manuel Santos, que assumirá o cargo em Bogotá no dia 7, afirmou que sua melhor contribuição seria não se pronunciar.
O atual presidente, Álvaro Uribe, também evitou fazer declarações públicas logo depois do rompimento, motivado por denúncias de que a Venezuela abrigaria guerrilheiros colombianos. O procurador-geral colombiano, Guillermo Mendoza, disse que o caso pode ser levado ao Tribunal Penal Internacional. Já o vice de Santos, Angelino Garzón, afirmou que o investimento na diplomacia e no fortalecimento das relações com a Venezuela será a resposta do futuro governo.